As distribuições Linux, baseadas no kernel (núcleo) do sistema operacional, são coleções de aplicativos. Todas as distribuições utilizam o mesmo kernel, mas cada uma tem sua característica.
Algumas distribuições variam o tamanho de acordo com o número de aplicações e finalidade. Enquanto as menores costumam ser usadas na recuperação de sistemas danificados, as maiores são voltadas ao uso doméstico e disponibilizam de mais aplicações e gráficos. Portanto, uma distribuição Linux pode ser ou não comercial.
O que distingue detalhes técnicos entre as distribuições Linux estão ligados aos diferentes dispositivos de hardware e sistemas ou configurações dos pacotes do software. Também se diferem por motivos organizacionais, filosóficas e, inclusive, históricas.
Algumas distribuições fornecem os núcleos "genérico" ou "estável". Distribuidores como a Red Hat e o Debian, ambientes de programação Linux, têm outro conjunto de derivações, que são usados em um ritmo mais lento em comparação com a derivação "genérico" e também incluem todas as correções da derivação "estável" correspondente. Conheça!
Programar em Linux: distribuições recomendadas para programadores
Há diversas distribuições que você pode considerar usar para programar em Linux, levando em consideração o ambiente de programação que você pretende usar. Vale elencar aqui 12 delas:
Kali Linux: ou antiga Backtrack, é a distribuição mais usada para análise de segurança de sistema e rede de computadores.
Mageia: distribuição francesa, fundada por ex-colaboradores da Mandriva, que criaram uma organização sem fins lucrativos.
Gentoo: os pacotes não são pré-compilados e todos eles são compilados para o hardware do sistema. É direcionada para usuários avançados.
Arch Linux: distribuição otimizada para processador i686, cujo gerenciador é o Pacman. Não é muito instalada por usuários iniciantes e intermediários.
Slackware: é a distribuição mais antiga ainda em atividade, cuja criação foi em 1993 por Patrick Volkerding. Permanece fiel ao padrão UNIX.
Red Hat Enterprise Linux: distribuição comercial direcionada às empresas. Bastante utilizada em servidores e datacenters.
CentOS: usa o mesmo código do Red Hat Enterprise Linux, mas é uma distribuição gratuita, sem suporte da empresa.
OpenSuSE: seu gerenciador é o Yast. Muito utilizada em servidores e famosa na Europa.
Fedora: é a distribuição de testes e desenvolvimento da Red Hat.
Debian: uma das distribuições mais estáveis e com o maior número de pacotes e programas.
Ubuntu: uma das distribuições Linux mais utilizadas pelos usuários e derivada do Debian.
Qual o melhor ambiente de programação Linux?
Para programar em Linux, você precisa testar e verificar qual distribuição pode efetivamente atender às suas necessidades.
Essa ferramenta de DevOPs é automatizadora, utilizada basicamente para gerenciamento dos servidores Unix e Linux. Ele foi desenvolvido para lidar com os problemas mais complicados de administração desses servidores. O Puppet fez tanto sucesso entre os usuários que foi classificado como um dos onze melhores recursos open source de cloud computing.
As opções de distribuição dependem de motivos, como o ambiente de programação Linux, tamanho, velocidade, gerenciador de pacotes e quantidade de software pré-instalado. A dica é, realmente, tentar algumas distribuições e descobrir qual melhor se adequa com o que você procura para conseguir programar em Linux com sucesso!